domingo, 25 de agosto de 2013

Quem Imprime Dinheiro?


A Casa da Moeda. Ela é a única que pode fabricar dinheiro e vende-lo ao Banco Central. Chamamos de monopólio quando apenas uma empresa oferta um produto no mercado. Mas, o Banco Central é o único que pode comprar moeda brasileira da Casa da Moeda no Brasil. Quando há apenas um comprador, chamamos de monopsônio. A Casa da Moeda pode produzir e vender moeda para outros países, mas não pode vender a moeda brasileira para outros países.
Quer saber quanto há de moeda e notas circulando hoje no Brasil? Acesse o link: http://www4.bcb.gov.br/adm/mecir/principal.asp
 
Para entender mais sobre moeda em circulação:http://www.bcb.gov.br/?MECIRINTRO

Para ver todas as cédulas do Pais desde 1942 acesse: http://www.terra.com.br/economia/infograficos/novas-cedulas-real/ 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Taxa de Cambio


A Taxa de câmbio é o preço de uma moeda estrangeira medido em moeda nacional. Assim dizemos que um dólar custa dois reais por exemplo. A taxa de câmbio reflete, assim, o custo de uma moeda em relação à outra. As cotações apresentam taxas para a compra e para a venda da moeda. A taxa de compra é o quanto a Instituição paga pela moeda externa no caso de você desejar vender o que sobrou de sua viagem. Já a taxa de venda é aquela que você paga para adquirir moeda externa, dólares ou euros por exemplo, antes de viajar.
 
Você pode obter mais informações no link: http://www.bcb.gov.br/?TAXCAMFAQ

Cuidado com o seu talão de cheques!!!!!!!!!!!!!!!


Cuide sempre para guardar seu talão de cheques em locais que não possam ser acessados por terceiros! Se preferir, “cruze” os cheques de forma que se alguma folha for furtada, ela não possa ser utilizada para saque! Nunca deixe cheques assinados em branco em casa! Anote sempre a numeração de seus cheques para conferir seu extrato bancário.

Por que os preços sobem?


O crescimento dos preços está sempre relacionado ou com uma maior demanda ou com uma menor oferta!  Se os preços estão subindo e o número de transações também é sinal de que há mais pessoas querendo e podendo comprar do que empresas que desejem vender. Mas, se os preços sobem e o número de transações é menor isso indica que há menor oferta do produto.
Inflação é o nome que damos para o crescimento dos preços. Medimos a inflação observando o comportamento de preços de vários produtos (que chamamos de cesta de produtos).  Há muitos índices de preços. Entre eles, o IPCA – índice de preços ao consumidor ampliado- reflete o comportamento dos preços de uma cesta de produtos consumidos por famílias que ganham de 1 a 40 salários mínimos em 11 das maiores regiões metropolitanas do país.
 
Para entender mais sobre Índices de Preços, leia a cartilha do Banco Central disponível no endereço:http://www4.bcb.gov.br/pec/gci/port/focus/FAQ%202-%20Índices%20de%20Preços%20no%20Brasil.pdf
 
 

 

 

 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Das relações entre economia e política....política e economia....

Haveria relação entre o desempenho da economia e a movimentação social que temos assistido nos últimos dias?
O artigo Exaustão de Eliane Cantanhêde na Folha de São Paulo em 20 de junho lista motivos para a crescente insatisfação social que não estão relacionados a fatos econômicos. Mas, tráfico de influência, corrupção, juros subindo, impostos, tarifas e preços de alimentos e serviços subindo também explicam a exaustão e a insatisfação generalizada.
Os R$0,20 não parecem muito mas, uma gota d´água em copo cheio pode fazer o líquido transbordar. O aumento da tarifa representam R$146,00 a menos anualmente no bolso dos brasileiros que pegam ao menos duas conduções diárias e pagam por ela. Isso por que há uma grande maioria de brasileiros que ou pega mais de duas conduções diárias ou não pagam por ela - seja porque possuem isenção ou porque o pagamento da tarifa recai sobre seu empregador.
Em São Paulo, uma cidade tradicionalmente conservadora mas que elegeu o candidato petista, a insatisfação    com o aumento se somou à indignação daqueles que lembravam que entre as promessas de campanha  estava a garantia de transporte público mais barato.
Claro que não foram apenas os R$0,20 centavos.
Foi o encarecimento da cesta básica como mostra o gráfico abaixo:

Foi o encarecimento de serviços como assistência médica, condomínio, educação, saúde.....

Foi assistir o crescimento dos preços combinado com elevação cambial que reaviva memórias de um tempo de inflação.....
A política de redução de juros se revelou mais cara do que eu mesma imaginei....diminuíram os ganhos da poupança, não diminuiu o custo de endividamento das famílias, alimentou o consumo e o crescimento distorcido dos preços.....não ampliou significativamente a capacidade de praticar uma política fiscal expansionista e desacreditou a política econômica do Banco Central, desgastando principalmente o Ministro da Fazenda.
Em resumo, não sei se é a idade...ou meu viés reducionista adquirido com minha formação, mas não consigo crer em uma mudança de participação política da sociedade brasileira; muito embora eu reconheça que há algo de muito novo no ar. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

QE3


The QE 3 announced by Fed was offered as an stimulus to housing market. But, it was translated as equivalent as an uncoordinated undervaluation of dollar. Uncoordinated mean that if other Central Banks actions that QE3 can be neutralized.
In Brazil, it feeds our fear of real valuation and of raising current accounts deficits.
But, for some countries the income effect can balance the exchange rate effect. In other words, an US recovery means raising imports even with a weak dollar.
The American proposal has only one target: housing market. For that, issue new money with mortgage as collateral has no linkage with basic interest rate or even with undervaluation. The development of financial markets allows Central Banks to act with discretionary in the short run with low impact on prices in the long run.  Despite this, we have more efficiency in domestic monetary policy, coordination between countries is desirable. The Fed recent choice can be translated by rational expectations of an devaluation and  reactions by other Central Banks to avoid worst current accounts. Dollar devaluation can induce new business with local currencies. If countries change their reserves composition we can think of externalities network or chain: diminishing demand for dollar currency.
A weak dollar feeds expectations of a new international financial architecture and prophecies for a new currency as a collateral of a basket of national currencies to prophecies of a regional use of internationalized currencies.

* I apologize for the mistakes in English! Corrections are desired!

QE3


O anúncio do Federal Reserve de uma nova rodada de estímulos à economia Americana, o QE3,  traduz-se em tendência à desvalorização não coordenada do dólar, ampliando temores de apreciação do real e de crescimento no déficit em transações correntes projetado. Sendo esta desvalorização efetiva apenas na ausência de ações de neutralização por parte de outros bancos centrais. Para alguns países, em especial aqueles que têm na economia americana um destino para suas exportações, a recuperação da economia estadunidense através da desvalorização esperada do dólar pode ser compensada por um crescimento da demanda de importações americana.
A proposta americana busca incentivar o financiamento e a aquisição de novas unidades habitacionais. Desta forma, se fosse possível circunstanciar as ações do FED a este objetivo, a monetização de colaterais hipotecários não guardaria relação com a taxa básica de juros e a tendência à desvalorização do dólar. Muito se tem feito e criado em termos de engenharia financeira nos últimos anos. Assim, as ações discricionárias dos Bancos Centrais são cada vez mais eficazes. A despeito da habilidade na condução da política monetária em contexto local, as inovações financeiras tornam cada vez mais difíceis a cooperação monetária internacional. Assim, a escolha recente do FED alimenta temores de uma desvalorização do dólar e de precipitação para um novo padrão monetário como resultado de externalidades em rede.
O enfraquecimento do dólar alimenta expectativas de um redesenho financeiro internacional e profecias que vão da criação de uma nova moeda lastreada em uma cesta de moedas à multipolarização monetária com moedas locais se internacionalizando sem, contudo, obter hegemonia nas trocas mundiais.